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Quando a dor permanece

Viver com dor crónica é viver com uma presença constante que, muitas vezes, reorganiza o corpo, o tempo, os limites e a própria identidade.

A dor persistente não afeta apenas o corpo. Impacta o humor, o sono, a energia, a vida profissional, os vínculos e a forma como a pessoa se relaciona consigo própria e com o mundo.

Muitas vezes, quem vive com dor sente-se incompreendido, cansado e sozinho no seu percurso.

Compreender a dor para além do sintoma

A dor é uma experiência complexa, onde corpo e experiência emocional se entrelaçam.

Sem reduzir a dor a uma explicação psicológica, o acompanhamento terapêutico pode ajudar a compreender o impacto emocional da dor, os processos de adaptação, os limites que ela impõe e os significados que emergem a partir dessa experiência.

O objetivo não é negar a dor, mas construir novas formas de relação com ela.

Como posso ajudar

 

No acompanhamento terapêutico, trabalhamos:

 

  • impacto emocional da dor

  • ansiedade associada à dor

  • luto pela perda de funcionalidade

  • identidade e autoestima na doença

  • relação entre dor e história de vida

  • limites, culpa e autocuidado

  • impacto da dor nas relações familiares e conjugais

 

Acompanhamento individual

Um espaço terapêutico para compreender, elaborar e integrar a experiência da dor, respeitando a singularidade de cada percurso.

 

 

Grupo terapêutico - Travessia

Um espaço de encontro e partilha para pessoas que vivem com dor crónica, promovendo compreensão, regulação emocional e construção de recursos internos e relacionais.

 

Conhecer o programa

 

Para quem é este acompanhamento?

 

Para pessoas com:

  • dor persistente

  • Fibromialgia

  • dor sem explicação médica clara

  • doença crónica com impacto emocional

  • exaustão associada à dor

  • sofrimento relacional associado à doença

 

 

A dor pode limitar a vida, mas não precisa de definir quem somos.

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