
Quem Sou
Sou psicóloga clínica e desenvolvo a minha prática no acompanhamento de pessoas, casais e famílias em processos de sofrimento psicológico, relacional e corporal.
A minha abordagem clínica integra uma perspetiva psicodinâmica e simbólica, procurando compreender o sofrimento para além do sintoma, reconhecendo-o como expressão de uma história emocional, de vínculos significativos e, muitas vezes, de experiências que permanecem inscritas no corpo.
A minha prática centra-se sobretudo em três áreas de intervenção: a dor crónica, o trabalho terapêutico com a criança interior e a terapia de casal e família.
Acredito que muitas formas de sofrimento atual têm raízes em experiências precoces de vinculação e em dinâmicas relacionais que continuam a influenciar a forma como nos sentimos, nos protegemos e nos relacionamos com os outros.
No acompanhamento terapêutico, procuro criar um espaço de escuta, compreensão e transformação, ajudando cada pessoa a reconhecer padrões, elaborar experiências difíceis e construir novas possibilidades de relação consigo própria e com os outros.

Áreas de Intervenção
Dor Crónica
Quando a dor permanece, a vida reorganiza-se em torno dela.
Um espaço terapêutico para compreender o impacto psicológico, relacional e identitário da dor.
Consulta Individual
Grupo Terapêutico para pessoas com Dor Crónica - Travessia
Criança Interior
As experiências precoces continuam a viver na forma como sentimos e nos relacionamos.
Um percurso de reconexão com a história emocional.
Consulta Individual
Workshop O Resgate da Criança Interior
Casal e Família
Os vínculos podem ser lugar de repetição, mas também de transformação.
Acompanhamento terapêutico orientado para a compreensão e mudança relacional.
Consulta de casal
Intervenção familiar
Visão Terapêutica
Acredito que a transformação terapêutica acontece quando aquilo que foi vivido em silêncio pode finalmente ser reconhecido, sentido e integrado.
O sofrimento psicológico não é apenas algo a eliminar ou a silenciar. É uma experiência que pede compreensão, escuta e significado. Muitas vezes, aquilo que nos faz sofrer no presente não nasce apenas no presente, mas tem raízes em experiências emocionais, relacionais e corporais que permanecem ativas na nossa vida.
Acredito que aquilo que permanece por compreender tende a repetir-se — no corpo, nas emoções e nas relações.
Essas repetições não são sinais de falha, mas expressões de histórias internas que procuram ser vistas e elaboradas. O corpo pode carregar aquilo que ainda não encontrou palavra. As emoções podem revelar feridas antigas. As relações podem tornar visíveis padrões profundos que continuam a organizar a forma como vivemos o amor, o vínculo e a proteção.
O processo terapêutico oferece um espaço de escuta e compreensão onde essas repetições podem ser reconhecidas, compreendidas na sua origem e transformadas.
Mais do que procurar eliminar sintomas, a terapia pode abrir caminho à construção de novas formas de viver, sentir e relacionar-se — mais conscientes, mais livres e mais integradas.
Acredito na terapia como um lugar de encontro consigo próprio: um espaço onde a dor pode ganhar significado, a história pode ser integrada e a transformação pode tornar-se possível.
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